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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Estresse Infantil



 
O estresse pode afetar pessoas de qualquer idade. Assim como na vida adulta, na infância os agentes estressores são igualmente diversos, não existe uma única causa.
Alguns exemplos incluem abusos e negligências como passar fome ou frio, afastamento prolongado dos pais, cobranças excessivas, sobrecarga de atividades, bullyng, conflitos na família, traumas, perda de entes queridos, entre outros.
Um cotidiano repleto de atividades também pode ser estressante. Uma criança ou adolescente sobrecarregado, sem tempo para brincar ou dormir, também pode sofrer com o estresse.
A cobrança excessiva também pode ser prejudicial. Os eventos estressores são divididos entre estresse agudo e o estresse crônico. O primeiro ocorre apenas ocasionalmente, mas costumam ser de grande intensidade. O segundo que são estressores de menor magnitude, são quase cotidiano.
A morte de um ente querido ou ser vitima de um assalto seriam então eventos agudos, enquanto o bullyng e a sobrecarga de atividades são geralmente estresses crônicos.
Mas, como saber se uma criança está estressada?
A mudança no comportamento é a resposta, porém, não há uma forma única de reagir ao estresse. Muitas crianças reagem internalizando o problema, ficando deprimida, ansiosa e inibida, ou  externalizando, ficando irritada, agitada, birrenta e agressiva. O importante é ficar atenta a transformações significativas e constantes de humor das mesmas.
A partir do momento que se detecta o estresse na criança é preciso reverter o quadro. Se não melhorar após o afastamento do estressor, pode ser preciso uma ajuda especializada com psicólogo.
 
Fabiana Delvecchio
Psicóloga CRP: 06/98961
 

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