segunda-feira, 30 de março de 2015

Por que como chocolate quando estou triste?



O chocolate possui em sua composição um aminoácido chamado triptofano que estimula a produção de serotonina (substância do cérebro ligada à sensação de prazer). Quando comemos uma barra de chocolate, estamos estimulando a produção de serotonina, o que faz uma sensação de felicidade e prazer!
O problema disso é quando utilizamos deste artifício delicioso como uma forma de fugir das nossas dores emocionais. 
Precisamos identificar compreender e exteriorizar os sentimentos que estão dando origem a esta necessidade compulsiva de comer, em vez de comer por comer! 
Compreender o que estamos sentindo ajuda a nos acalmar e satisfazer nossas necessidades reais sem que nos prejudiquemos.
Amor próprio é o melhor alimento da alma, ame mais a você mesmo do que ao chocolate! 
Faça psicoterapia para conseguir olhar para dentro de você mesmo e compreender o que está por trás dessa necessidade. Lógico que o chocolate é bom e não precisamos ser radicais e nos abster totalmente, mas é preciso ter consciência: ele ajuda aliviar, mas não resolve nossos problemas mais profundos!!!
Feliz Páscoa para todos!



Por: Fabiana Macedo Delvecchio – Psicóloga CRP:06/98961

quinta-feira, 26 de março de 2015

Nutrição: Orientações para pacientes com Hipertensão


Evitar o consumo de sal;
Consumir uma dieta com maior ingestão de frutas com casca e verduras cruas devido maior presença de fibras;
Utilizar óleos vegetais como o de canola e o azeite de oliva;
Substituir manteiga por cremes vegetais sem sal;
Utilizar limão, azeite, alho, cebola no lugar de temperos  industrializados;
Evitar alimentos ricos em gordura como chocolate, feijoada, sorvetes de massa;
Preferir preparações assadas, grelhadas ou cozidas;
Procurar consumir duas porções de peixe por semana;
Evitar consumo de gorduras saturadas (carnes gordurosas, peles de aves) e gordura trans (biscoitos recheados, sorvetes de massa, margarinas);
Evitar alimentos processados e fast food.

Alimentos Indicados:
Frutas, verduras e legumes; suco de frutas naturais; sementes oleaginosas: castanha do Pará, de caju, amêndoa, nozes; leite e iogurte desnatados; queijos magros – branco, cottage, ricota; pães integrais; carnes magras; peixes de água salgada e linhaça, (fontes de ômega 3).

Alimentos não Indicados:
Biscoitos e bolachas salgadas; café, chá preto, mate, refrigerantes,  principalmente do tipo cola; bebidas alcoólicas; biscoitos e bolachas salgadas; leite e iogurtes integrais; embutidos: salsicha, salame, calabresa, mortadela e frios em geral: peito de peru, presunto; pães com farinha branca: francês, de fôrma tradicional; carnes com muita gordura: contra-filé, costela, linguiça, frango com pele, fígado, bacon; Ketchup, maionese.

Alimentos proibidos:
Temperos industrializados (caldo de carne, de galinha e outros), molho de soja (shoyo), macarrão e sopas instantâneos, alimentos enlatados.

Antes da compra, é essencial que os rótulos dos alimentos sejam analisados para que desta forma, seja adquirido o produto mais adequado.
Muitos produtos possuem em sua formulação mais sódio do que o recomendado, por isso é de extrema importância que além de analisar a sua quantidade na rotulagem, verificar outros componentes presentes no alimento que indicam a presença do mesmo.

Qualquer uma das palavras abaixo no rótulo de um produto indica a presença de sódio:
Alginato; Benzoato; Ciclamato; Citrato; Cloreto de sódio; Cozeinato; Fosfato; Glutamato de sódio; Guanilato.

Por: Karoline Garcia Bezerra de Carvalho – CRN 4136/P

quarta-feira, 25 de março de 2015

Avaliação Psicológica Admissional



Avaliação Psicológica Admissional é uma ferramenta de análise de extrema importância num processo de escolha de um profissional. Tem como objetivo identificar candidatos com características e competências para o cargo. Através da combinação de testes, é possível levantar informações sobre o perfil psicológico do profissional, que são de grande importância nos processos de seleção.
O Teste psicológico é aplicado de acordo com o perfil da vaga.

terça-feira, 24 de março de 2015

Conheça as 10 razões da Psicologia contra a redução da maioridade penal:




1. A adolescência é uma das fases do desenvolvimento dos indivíduos e, por ser um período de grandes transformações, deve ser pensada pela perspectiva educativa. O desafio da sociedade é educar seus jovens, permitindo um desenvolvimento adequado tanto do ponto de vista emocional e social quanto físico;
2. É urgente garantir o tempo social de infância e juventude, com escola de qualidade, visando condições aos jovens para o exercício e vivência de cidadania, que permitirão a construção dos papéis sociais para a constituição da própria sociedade;
3. A adolescência é momento de passagem da infância para a vida adulta. A inserção do jovem no mundo adulto prevê, em nossa sociedade, ações que assegurem este ingresso, de modo a oferecer – lhe as condições sociais e legais, bem como as capacidades educacionais e emocionais necessárias. É preciso garantir essas condições para todos os adolescentes;
4. A adolescência é momento importante na construção de um projeto de vida adulta. Toda atuação da sociedade voltada para esta fase deve ser guiada pela perspectiva de orientação. Um projeto de vida não se constrói com segregação e, sim, pela orientação escolar e profissional ao longo da vida no sistema de educação e trabalho;
5. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) propõe responsabilização do adolescente que comete ato infracional com aplicação de medidas socioeducativas. O ECA não propõe impunidade. É adequado, do ponto de vista da Psicologia, uma sociedade buscar corrigir a conduta dos seus cidadãos a partir de uma perspectiva educacional, principalmente em se tratando de adolescentes;
6. O critério de fixação da maioridade penal é social, cultural e político, sendo expressão da forma como uma sociedade lida com os conflitos e questões que caracterizam a juventude; implica a eleição de uma lógica que pode ser repressiva ou educativa. Os psicólogos sabem que a repressão não é uma forma adequada de conduta para a constituição de sujeitos sadios. Reduzir a idade penal reduz a igualdade social e não a violência - ameaça, não previne, e punição não corrige;
7. As decisões da sociedade, em todos os âmbitos, não devem jamais desviar a atenção, daqueles que nela vivem, das causas reais de seus problemas. Uma das causas da violência está na imensa desigualdade social e, conseqüentemente, nas péssimas condições de vida a que estão submetidos alguns cidadãos. O debate sobre a redução da maioridade penal é um recorte dos problemas sociais brasileiros que reduz e simplifica a questão;
8. A violência não é solucionada pela culpabilização e pela punição, antes pela ação nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que a produzem. Agir punindo e sem se preocupar em revelar os mecanismos produtores e mantenedores de violência tem como um de seus efeitos principais aumentar a violência;
9. Reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, não a causa. É encarcerar mais cedo a população pobre jovem, apostando que ela não tem outro destino ou possibilidade;
10. Reduzir a maioridade penal isenta o Estado do compromisso com a construção de políticas educativas e de atenção para com a juventude. Nossa posição é de reforço a políticas públicas que tenham uma adolescência sadia como meta.

Fonte: http://www.crpsp.org.br/portal