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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Transtorno desafiador opositivo



Trata-se de um padrão persistente de comportamento negativista, hostis, desafiadores e desobedientes observados na interação da criança com adultos e figuras de autoridade, como pais, professores, avós entre outros.
As principais características desse transtorno são: discussões com adultos, desafio, recusa em obedecer a regras, comportamento opositivo, indisciplina, perturbação e implicância com as pessoas, podendo responsabilizá-las pelos próprios erros. Ele se aborrece com facilidade, se apresenta enraivecido, irritado, ressentido, mostrando-se rancoroso e com ideias de vingança.
É comum essas crianças apresentarem baixa autoestima, fraca tolerância às frustrações, humor deprimido, possuem poucos amigos, pois são rejeitados pelos colegas.
O desempenho escolar pode ficar comprometido, e reprovações escolares são muito comuns. Eles não participam de atividades em grupo, recusam-se a pedir ou a aceitar ajuda dos professores e querem sempre solucionar seus problemas sozinhos.

Na escola apresentam esses comportamentos:
Discute com professores e colegas;
Recusa-se a trabalhar em grupo;
Não aceita ordens;
Não realiza deveres escolares;
Manipulador, não aceita crítica;
Desafia autoridade de professores e coordenadores;
Deseja tudo a seu modo;
É o pavio curto ou o esquentado da turma;
Perturba os outros e
Responsabiliza os outros por seu comportamento hostil.

O que fazer?
Avaliação Psicológica: o diagnóstico e o tratamento precoce podem exercer um importante papel preventivo com o cuidado e a melhora dos sintomas opositivos e desafiadores.
As utilizações de técnicas psicológicas ajudam na criação de estratégias para a solução de problemas e diminuem o negativismo observado nesses estudantes.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Psicoterapia




Cuidar do corpo e dos órgãos sem cuidar da mente é perda de tempo. Grande parte das doenças tem forte ligação com estresse emocional e quando ignora-se esta íntima relação do psicológico com o físico, o resultado é uma busca incessante pelos médicos e por uma cura e que pode estar dentro de você mesmo, aparentemente invisível, escondido no infinito do seu cérebro.

sábado, 27 de agosto de 2016

27 de Agosto - Dia do Psicólogo

A Clínica Psicossoma parabeniza a todas (os) Psicólogas pelo seu dia. Que essa casa continue com sua missão: acolher aqueles que nos procuram na sua dor.
"Torna-te quem tu és" (Nietzsche)

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A importância da primeira infância



O desenvolvimento infantil é um processo que se inicia precocemente, ainda na vida intrauterina e é partir do qual há o desenvolvimento físico, a maturação neurobiológica e aquisições de habilidades motoras, cognitivas, afetivas e sociais, relacionadas ao comportamento.  A Primeira Infância é um período decisivo em termos de desenvolvimento neurobiológico e aquisição de funções cognitivas subjacentes a habilidades mais complexas que irão se desenvolver mais tardiamente. Crianças que apresentam um desenvolvimento saudável nos primeiros anos de vida se adaptam mais facilmente a diferentes contextos e absorvem mais rapidamente diferentes formas de conhecimento. Dessa forma, tendem a apresentar maior facilidade para aprendizagem escolar e, por consequência à maior probabilidade de sucesso profissional e financeiro, podendo ter maior realização pessoal.
Para boa parte das funções cognitivas, a neuroplasticidade é máxima na primeira infância. Chamamos essa fase de “períodos sensíveis”, nos quais os circuitos cerebrais específicos para formação de determinadas habilidades têm maior plasticidade, apresentando um momento ótimo para formação de novas habilidades cognitivas. Por exemplo, para desenvolver as áreas cerebrais que permitirão a ocorrência da visão é indispensável à presença do estímulo luminoso. Se não for possível que a luz entre no olho, como no caso da catarata congênita, existirá uma deficiência na acuidade visual o que impedirá que o indivíduo enxergue. Se houver uma cirurgia para a retirada da catarata assim que a criança nasce, a plasticidade cerebral na área da visão permitirá que essas áreas se desenvolvam normalmente, o que não ocorre com tanta efetividade após o período sensível.
A linguagem também se desenvolve desta forma. Ao nascer, a plasticidade cerebral permite que o bebê seja capaz de distinguir todos os sons de todas as categorias fonêmicas que existem. Já aos 6 meses a especialização auditiva começa a acontecer e ele só é capaz de distinguir os fonemas da língua materna. O período crítico para a proficiência gramatical e pronúncia é anterior a nossa primeira década de vida. A Figura 1, também conhecida como Figura de Nelson mostra a formação das sinapses ao longo do desenvolvimento do cérebro, representando, assim, os “períodos sensíveis” para o desenvolvimento de diferentes funções.
Figura1. Figura de Nelson.

Por: Cindy Morão - Neuropsicóloga CRP 06/108188